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COMO A TECNOLOGIA PODE NOS TORNAR MAIS HUMANOS, AO INVÉS DE NOS ROBOTIZAR?

August 9, 2018

“Em outras palavras, o grande diferencial do ser humano no futuro será ‘ser humano’...”

 (Futurólogos por aí...)

 

É indiscutível o grande benefício que a tecnologia possibilita em nossas vidas nos dias atuais. Qualquer coisa ou situação se torna trivial com a presença da internet, por exemplo.

 

Literalmente as informações estão disponíveis na palma da mão. Nossos dados, padrões de consumo e comportamento estão disponíveis para uso de quem tiver interesse - facilitado pelo Big Data. Nos locomovemos com o Uber, nos hospedamos na facilidade do Airbnb, assistimos filme no Netflix, trocamos mensagens pelo Whatsapp, pedimos comida através de aplicativos, usamos GPS do Waze, fazemos compra em lojas virtuais e por aí vai. Mudamos a forma de nos relacionar com o comércio e contratação de serviços em pouco espaço de tempo, às vezes nem nos damos conta disso. Conseguimos imaginar nossa vida sem todas essas as facilidades?

 

A tecnologia permitiu e causou a eliminação de algumas atividades operacionais e que realmente fazem mais sentido mesmo serem executadas por máquinas e afins. Como resultado, devolve a possibilidade para que o Ser Humano possa trabalhar através de outros pontos de vista, outras perspectivas e crie novos espaços para a inovação e uso da sua inteligência (humana) – e não apenas a braçal.

 

O que tenho notado ultimamente é a substituição das relações pelas ferramentas. E particularmente acredito que podemos ampliar nosso ponto de vista a partir dessa reflexão: como incluir as facilidades no meu dia a dia e não substituir minhas relações por ferramentas? Como a tecnologia pode nos ajudar a nos tornar mais humanos em vez de nos substituir por robôs, ferramentas, aplicativos? Como INCLUIR e não SUBSTITUIR​? Como posso utilizar essas ferramentas para estreitar minhas relações? Como usar o analytics (dados), por exemplo, para entender melhor as necessidades dos meus clientes, e afinar o vínculo e a parceria? 

 

Quando pensamos no mundo das empresas e dos negócios essa relação entre tecnologia e ser humano também é antagônica. Conceber um novo formato no modelo de atuação das empresas é bastante complexo. Toda nova tecnologia, novos produtos e nova abordagem de negócios são itens poderosos para a inovação necessária dentro dessa nova revolução que está chegando, mas acaba perdendo força quando colocado em situação de confronto com o capital humano e talento já existentes nas organizações. E esse tópico é uma incógnita não só para nós ‘pessoas físicas’, como também é um desafio para as ‘pessoas jurídicas’.  Será que estamos esquecendo que o ser humano sempre foi e continuará sendo o principal protagonista das relações e dos negócios? E coloco novamente a questão, como INCLUIR e não SUBSTITUIR​? Como fazer entender que perfis profissionais das mais diversas áreas (dentro da singularidade de cada um) e tecnologia se complementam e constituem uma nova operação, um novo negócio, um novo serviço e uma nova forma de atuação?

 

Me questiono a respeito do valor que damos atualmente para a subjetividade, para a valorização das relações humanas, assim como para o próprio Ser Humano dotado de capacidade, inteligência, coração, sentimento, emoção, alma. Onde fica o sentir? Porque, apesar de toda essa​ informação, tornamos as nossas conexões mais distantes e impessoais ao invés de aproximar e estreitar laços?

 

Por fim, percebo que estamos ignorando a melhor “máquina” já criada até então, o SER HUMANO.

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